PROVA A. AGENTE PENITENCIÁRIO MG 2012

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  2. GABARITO OFICIAL APÓS RECURSOS
    SEDS – SECRETARIA DO ESTADO DE DEFESA SOCIAL
    SEPLAG - GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
    Edital n° 03/2012, de 30 de agosto de 2012
    NÍVEL: Médio Completo
    CARGO: Agente de Segurança Penitenciário
    VERSÃO: A
    QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA
    1 a 10 – PORTUGUÊS 25 C
    1 D 26 D
    2 A 27 B
    3 A 28 C
    4 A 29 C
    5 B 30 D
    6 D 31 ANULADA
    7 B 32 B
    8 C 33 ANULADA
    9 C 34 ANULADA
    10 A 35 C
    11 a 20 – RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO 36 A
    11 B 37 D
    12 D 38 C
    13 B 39 C
    14 C 40 A
    15 B 41 C
    16 D 42 C
    17 B 43 B
    18 C 44 A
    19 A 45 D
    20 A 46 D
    21 a 50 – CONHECIMENTOS GERAIS 47 A
    21 C 48 B
    22 D 49 A
    23 D 50 A
    24 B

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Concurseiro além de estudar precisa trabalhar o emocional

Não basta estudar para passar em concursos e provas, tem que saber trabalhar muito bem com o emocional, que pesará muito na hora. O mais comum é encontrar em cursos preparatórios pessoas que sabem toda a matéria “de cor e salteada”, mas, na feitura da prova, esquecem-se de vários detalhes e “pegadinhas” e caem em tudo.O melhor a fazer é ter auto-confiança. A pessoa deve ir ao local do concurso com o pensamento de que sabe a matéria e obterá nota boa. Aparecer no dia já com várias dúvidas e sem descansar é o pior dos erros.Mas, não pode ter muita auto-confiança. O concurseiro deve acreditar nele e não se gabar e já considerar 100% passado. Deve saber respeitar a prova e, ao mesmo tempo, acreditar em seu potencial.

Outra questão é saber fazer a prova. Não adianta perder muito tempo em questões de pouco valor (como, por exemplo em provas que há pesos diferentes para cada matéria) e chutar as provas do CESPE (onde um erro anula o acerto, ou seja, perde 2 do total).Nos simulados, deve estudar como se fosse para o dia!! Fazer o simulado só por fazer e de qualquer jeito é burrice, pois há perda de tempo e dinheiro, visto que maioria dos simulados é paga.E aqueles que se destacam são os disciplinados. É chato estudar X horas todo dia? Sim! Muito! Mas, se for disciplinado, acaba por se acostumar a esse “problema”. E outra, não adianta falar que amanhã estudará as horas que não estudou isso, pois chega a um dia que ele deverá ter 150 horas só pro “atraso”. E ande com as pessoas que estudam, pois você se sente motivado a ser melhor que eles ou não ser o pior do grupo. Parece besteira, mas ajuda!!


A política do pão e circo

Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Este método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraia e se alimentava também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle, que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.

Esta situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com o Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e evitar que as massas se rebelem criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela os economicamente desfavorecidos e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.

Estes programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, educação e qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E ao invés dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por este esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir as lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.

A saída desta dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente, e assim garantir seu futuro e de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos, e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.

Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e assim, se desligar desse vínculo com o “pão e circo”, pois estes são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim que deseje crescer em conjunto.