sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Polícia Militar de Minas Gerais - Edital deverá ser publicado no início de dezembro

Quinta-feira, 18/11/2010
Polícia Militar de Minas Gerais - MG
Edital deverá ser publicado no início de dezembro

O concurso público que visa ao preenchimento de mais de 5.200 vagas para Soldado da Polícia Militar de Minas Gerais buscando uma maior preparação até 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo, terá seu edital publicado ainda na primeira quinzena de dezembro, de acordo com informações extraoficiais.
Apesar da urgência para a contratação destes profissionais ser evidente, haja vista que a necessidade de reforçar a segurança para um evento desta grandeza é iminente, o edital sofreu pequeno atraso devido ás eleições presidenciais e por isso ficou para depois do segundo turno.
A maior parte das vagas será destinada para a região metropolitana de Belo Horizonte e para as cidades turísticas.
Confira as principais mudanças propostas através do PLC e da PEC para lotação em cargos da PMMG:
Com a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) e uma Proposta de Emenda à Constituição que tramitam na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, ocorrerão mudanças significativas na forma de ingresso na carreira da PMMG. As mudanças ocorrerão para as carreiras de Praça e Oficial da Polícia.

O PLC 61/2010, de autoria do governador do estado, Antônio Augusto Junho Anastasia, prevê a exigência, a partir de 2011, do título de Bacharel em Direito para a carreira de oficial e a  graduação superior em qualquer área de formação para o cargo de Praça. Essa modificação não afetará os policiais da ativa, reserva ativa, reformados e pensionistas, independentemente de seu quadro de carreira, dos direitos e prerrogativas dos respectivos postos e graduações.

Esse PLC altera a lei 5301, de 16 de outubro de 1969, que contém o Estatuto dos Militares do Estado de Minas Gerais. Com a aprovação do projeto, nos primeiros cinco anos de vigência da nova lei, como método de transição, será admitido também que o candidato à inclusão na carreira de Praças possua apenas o ensino médio. Nesse caso, os aprovados irão frequentar um curso de graduação de nível superior (tecnólogo), que será realizado na Academia de Polícia Militar.

Já a PEC 59/2010 acrescenta os incisos 3º e 4º ao art. 142 da Constituição do Estado. A emenda, assim como o PLC 61/2010, irá exigir o título de bacharel em direito para lotação no cargo de Oficial da PM. No entanto, o cargo de Oficial fará parte de uma carreira jurídica.

 Fonte: Site www.megaconcursos.com.br

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Concurseiro além de estudar precisa trabalhar o emocional

Não basta estudar para passar em concursos e provas, tem que saber trabalhar muito bem com o emocional, que pesará muito na hora. O mais comum é encontrar em cursos preparatórios pessoas que sabem toda a matéria “de cor e salteada”, mas, na feitura da prova, esquecem-se de vários detalhes e “pegadinhas” e caem em tudo.O melhor a fazer é ter auto-confiança. A pessoa deve ir ao local do concurso com o pensamento de que sabe a matéria e obterá nota boa. Aparecer no dia já com várias dúvidas e sem descansar é o pior dos erros.Mas, não pode ter muita auto-confiança. O concurseiro deve acreditar nele e não se gabar e já considerar 100% passado. Deve saber respeitar a prova e, ao mesmo tempo, acreditar em seu potencial.

Outra questão é saber fazer a prova. Não adianta perder muito tempo em questões de pouco valor (como, por exemplo em provas que há pesos diferentes para cada matéria) e chutar as provas do CESPE (onde um erro anula o acerto, ou seja, perde 2 do total).Nos simulados, deve estudar como se fosse para o dia!! Fazer o simulado só por fazer e de qualquer jeito é burrice, pois há perda de tempo e dinheiro, visto que maioria dos simulados é paga.E aqueles que se destacam são os disciplinados. É chato estudar X horas todo dia? Sim! Muito! Mas, se for disciplinado, acaba por se acostumar a esse “problema”. E outra, não adianta falar que amanhã estudará as horas que não estudou isso, pois chega a um dia que ele deverá ter 150 horas só pro “atraso”. E ande com as pessoas que estudam, pois você se sente motivado a ser melhor que eles ou não ser o pior do grupo. Parece besteira, mas ajuda!!


A política do pão e circo

Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Este método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraia e se alimentava também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle, que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.

Esta situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com o Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e evitar que as massas se rebelem criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela os economicamente desfavorecidos e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.

Estes programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, educação e qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E ao invés dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por este esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir as lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.

A saída desta dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente, e assim garantir seu futuro e de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos, e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.

Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e assim, se desligar desse vínculo com o “pão e circo”, pois estes são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim que deseje crescer em conjunto.